Òrisá Ògún
sábado, 30 de março de 2013
Ògún O Senhor dos Caminhos
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Ògún filho de Ìyemonjá com Oxalá, irmão de Esú e de Oxóssi e de Xangó, primeiro esposo de Yansã, general do exercito de guerreiros e soldados violentos. Ensinou Oxóssi a caçar e a se defender, ensinou para a humanidade o segredo do ferro e facilitou todo tipo de trabalho, patrono da tecnologia, ensinou todos os soldados a lutar.
Guerreiro implacável e muito temido por ser violento não tem medo de nada e nem de ninguém ! Ògún enfrenta a todos na guerra e nunca perde, seu golpe tem força de uma batida de trens de arrancar os trilhos, sua espada decepa tudo e seu grito de guerra na sua chegada é aterrorizante para os inimigos e para todos os outros orisás que geralmente da suprema coragem chegou ! Ògún é o temível guerreiro, violento e implacável, deus do ferro, da metalurgia e da tecnologia protetor do ferreiros, agricultores, caçadores, carpinteiros, escultores, sapateiros, talhantes, metalúrgicos, marceneiros, maquinistas, mecânicos, motoristas e de todos os profissionais que de alguma forma lidam com o ferro ou metais afins. Òrisás conquistador, Ògún faz- se respeitar em toda África negra e pelo seu carácter devastador. Foram muitos os reinos que se curvaram diante do poder militar de Ògún Entre os muitos estados conquistado por Ògún a cidade de Iré, da qual se tornou senhor após mata o rei e substitui-lo por seu próprio filho, regressando glorioso com o titulo de Oniré , ou seja o rei de Iré.
Ògún é o filho mais velho de Odúduwà, herói civilizador que fundou a cidade de Ifé. Quando Odúduwà esteve temporariamente cego, Ògún tornou-se regente em Ifé. Ògún é um Òrisás importantíssimo em África e no Brasil. A sua origem. de acordo com a historia, data de eras remota. Ògún e o ultimo imolé. Os Igbá Imolé eram os duzentos da direita que foram destruídos por Olodumaré após terem agido mal. A Ògún, o único Igba imole que restou, coube conduzir os Irun Imolé, os outros quatrocentos deuses da esquerda. Foi Ògún quem ensinou aos homens como forja o ferro e o aço. Ele te m como um molho de sete instrumentos de ferro : Alavanca, machado, pá, enxada, picareta, espada e faca, com as quais ajuda o homem a vencer a natureza.
Em todos os cantos da África negra Ògún é conhecido, pois soube conquistar casa espaço daquele continente com a sua bravura. Matou muita gente, mas matou a fome de muita gente, por isso antes de ser temido Ògún é amado.
Ògún é o segundo senhor dos caminhos, e das estradas de ferro que é elemento! responsável pelo o progresso e conquistas de metas. Ògún também é a força e a proteção dos soldados de guerra, policiais, seguranças e qualquer outra profissão ligado a tecnologia e metalúrgica.
Ogum
"O Senhor do Ferro"
O GRANDE GUERREIRO
Ogum é representado
como um guerreiro armado, portando uma espada como símbolo de sua força. Ele é
o senhor do ferro da guerra e da tecnologia, temperamento rude, não se prende a
nada e nem a ninguém. É um Orixá que incita a guerra, para mostrar poder e aumentar
seus bens, mas não descansa sobre suas glórias. Ogum é o dirigente, o rei que
não quer ter suas ordens desobedecidas, quando contrariado, ele fica furioso,
perde a razão e castiga impensadamente, arrependendo-se em seguida. Sua
correlação é com o
tendo características violentas desses deuses, bem como sua ligação com o ferro
e o fogo. Foi Ogum quem ensinou os homens a forjar o ferro e o aço, pois é um
feliz artesão, que confecciona suas próprias espadas para seus combates.
Possui sete ferramentas de ferro como simbologia: alavanca, machado, pá,
enxada, picareta, espada e faca, com os quais ajuda o homem a vencer a
natureza. É o vencedor de demandas, que com sua espada, corta as dificuldades e
castiga os faltosos. Ogum é um poderoso Orixá que defende a lei e a ordem, abre
os nossos caminhos e vence as lutas, agindo pelo instinto para defender e
proteger os mais fracos. Tudo que está relacionado a conquistas, vitórias
e lutas, são presididas por Ogum. É a própria lei divina em ação e o guerreiro
buscando novos horizontes
Fisicamente,
os filhos de Ogum são magros, mas com músculos e formas bem definidas.
Compartilham com Exu o gosto pelas festas e conversas que não acabam e gostam
de brigas. Se não fizerem a sua própria briga, compram a dos seus camaradas.
Sexualmente os filhos de Ogum são muito potentes; trocam constantemente de parceiros, pois possuem dificuldade de se fixar a uma pessoa ou lugar. São do tipo que dispensa um confortável colchão de molas para dormir no chão; gostam de pisar a terra com os pés descalços. São pessoas batalhadoras, que não medem esforços para atingir os seus objetivos, são pessoas que mesmo contrariando a lógica lutam insistentemente e vencem. Não se prendem à riqueza, ganham hoje, gastam amanhã. Gostam mesmo é do poder, gostam de comandar, são líderes natos. Essa necessidade de estar sempre à frente pode torná-los pessoas egoístas e desagradáveis, mas nem sempre. Geralmente, os filhos de Ogum são pessoas alegres, que falam e riem alto para que todos se divirtam com suas histórias e que adoram compartilhar a sua felicidade
Filhos de
Ogum se dão muito bem com filhos de Oxóssi, filhos de ogum adoram competir
Sempre
procuram algo que compromete vitória, comprometam lutas e desafios.
Ogum possui algumas
variações (qualidades) de acordo com a cidade onde há seu culto.
Na África seus
nomes coincidem com sete cidades que formam o reino de Irê, com isso
ganha suas particularidades e costumes.
Ògún Meje
– É o mais velho de todos, a raiz dos outros, Ògún completo, velho solteirão
rabugento. É o aspecto do orixá que lembra a sua realização em conquistar a
sétima aldeia que se chamava Ire (Meje Ire) deixando em seu lugar o seu filho
Adahunsi.
Ògún Je Ajá ou Ogúnjá como ficou conhecido – Um
de seus nomes em razão de sua preferência em receber cães como oferendas, um
dos seus mitos liga-o a Oxaguiã e Ìyemonjá quanto a sua origem e como ele
ajudou Osalá em seu reino fazendo ambos um trato.É um Ògún, como indica o seu
nome, particularmente combativo. Tem temperamento rabugento, solitário,
veste-se de verde escuro e usa contas verdes. Dizem que acompanha Ogúnté.
Ògún
Ajàká – É o “verdadeiro Ògún guerreiro”, sanguinário, que em princípio se veste
de vermelho. Teria sido rei de Òyó e irmão de Sàngó. Ajàká é um tipo
particularmente agressivo de Ògún, um militar acostumado a dar ordens e a ser
obedecido, seco e voluntarioso, irascível e prepotente.
Ògún
Xoroke ou Ògún Soroke - Apenas um apelido que Ògún ganhou devido à sua condição
extrovertida; soro = falar, ke= mais alto. Usa contas de um azul escuro que se
aproxima do roxo. “Xoroke é um Ògún que tende a confundir-se com Esú, agitado,
instável, suscetível e manhoso.
Ògún Meme – Veste-se igualmente de verde e usa
contas verdes, como Ogunjá, mas de uma tonalidade diferente.
Ògún Wori
– (Warri, ou wori: Yorübá) – É um Ògún perigoso, dado da feitiçaria, ligado ao
màriwò, aos antepassados. Tem temperamento difícil, suscetível, autoritário o
espírito dogmático.
Ògún
Lebede (Alagbede) – É o Ògún dos ferreiros, marido de Yémánjá Ogúnté e pai de
Ògún Akoro. Representam um tipo mais velho de Ògún, trabalhadores
conscienciosos, severos, que “não brincam em serviço”, ciente de seus deveres
como de seus direitos, exigente e rabujento.
Ògún Akoró – É o irmão de Oxóssi, ligado à
floresta, qualidade benéfica de Ògún invocada no pàdé. Filho de Ogúnté, Akoró é
um tipo de Ògún jovem e dinâmico, entusiasta, era empreendedor, cheio de
iniciativa, protetor seguro, amigo fiel, e muito ligado à mãe.
Ògún
Oniré – É o título de Ògún filho de Oniré, quando passou a reinar em Ire, Oni =
senhor, Ire = aldeia., o dono de Iré, primeiro filho de Odúduwà. Oniré é um
Ògún antigo que desapareceu debaixo da terra. Usa também contas verdes.
Guerreiro impulsivo é o cortador de cabeças, ligado à morte e aos antepassados;
orgulhoso, muito impaciente, arrebatado, não pensa antes de agir, mas acalma-se
rapidamente.
Ògún
Olode – Epíteto do orixá destacando a sua condição de chefe dos caçadores,
originário de Kétu. Não come galo por ser um animal doméstico. Amigo do mato,
dos animais, conhecedor dos caminhos, e é um guia seguro. Seu temperamento
solitário assemelha ao de Oxóssi.
Ògún Popo – Seria o nome de Ògún quando foi à
terra dos Jeje, é um tipo fanático.Ogun Waris: Nessa condição o orixá
apresenta-se muitas vezes com forças destrutivas e violentas. Segundo os
antigos a louvação patakori não lhe cabe, ao invés de agradá-lo ele
aborrece-se. Um dos seus mitos narra que ele ficou momentaneamente cego.
Ògún Masa – Um dos nomes bastante comuns do
orixá, segundo os antigos é um aspecto benéfico do orixá quando assim se
apresenta.
Há vários nomes de Ògún fazendo alusão a cidades onde houve o seu culto, como Ògún Ondo da cidade de Ondo, Ekiti onde também há seu culto, etc. O orixá possui vários nomes na África como no Brasil e com isso ganha as suas particularidades e costumes.
O MITO - "A VINGANÇA"
Ogum era o rei de Irê, Ogum Oniré. Conta-se que, tendo partido para a
guerra, retornou a Irê depois de muito tempo. Ele chegou num dia em que se
realizava um ritual sagrado. A cerimonia exigia que todos permanece-se em total
silêncio. Não era permitido falar e nem se dirigir o olhar. Ogum sentia fome e
sede, mas ninguém o atendia, ninguém falava com ele. Ogum então pensou que
ninguém o reconhecera, por isso, sentindo-se humilhado e enfurecido,
resolveu se vingar. Ele cortou a cabeça de seus súditos. Quando terminada a cerimônia,
foi encerrado o silêncio e o filho de Ogum com alguns homens salvos da matança,
vieram render homenagens ao rei. Foi quando Ogum reconhecera o erro cometido e
se tomou de profundo arrependimento. Ogum então enfiou sua espada no chão e a
terra se abriu, tragando-o solo abaixo, não era mais humano, se tornara um
Orixá.
Dia da semana - Terça-feira Cor - azul escuro (cor do metal quando aquecido na forja), vermelho, em alguns nações o verde Elemento - fogo e metal Instrumento - espada de ferro Saudação - "Ogunhê"- (Olá, Ogum) |
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
Osun Senhora que é Amada em Todas as Naçoes de ´Candomblé
ÒSÚN
" Òsún orisá Rainha da Naçao Ijexá ."
Osun, na região yoruba, é uma orisa que reina sobre a água doce dos rios, o amor, a intimidade, a beleza, a riqueza e a diplomacia. Também é um orixá do Candomblé Osun é dona do ouro e da nação Ijexa Tem o título de Ìyálòdè, entre os orisás.
" Òsún orisá Rainha da Naçao Ijexá ."
Osun, na região yoruba, é uma orisa que reina sobre a água doce dos rios, o amor, a intimidade, a beleza, a riqueza e a diplomacia. Também é um orixá do Candomblé Osun é dona do ouro e da nação Ijexa Tem o título de Ìyálòdè, entre os orisás.
Osun ou Oxum, na Mitologia Yorubá, é um orisá feminino. O seu nome deriva do Rio Òsún, que corre na Iorubalandia, região nigeriana de Ijexá e Ijebu. Identificada no jogo do merindilogun pelos odu ejioko e Ôxê, é representada pelo candomblé, material e imaterialmente, por meio do assentamento sagrado denominado igba Osun.
Rio Osun em Osogbo (Foto Alex Mazzeto).
É tida como um único Orixá que tomaria o nome de acordo com a cidade por onde corre o rio, ou que seriam dezesseis e o nome se relacionaria a uma profundidade desse rio. As mais velhas ou mais antigas são encontradas nos locais mais profundos (Ibu), enquanto as mais jovens e guerreiras respondem pelos locais mais rasos. Ex.: Osun Osogbo, Osun Opara ou Apara, Yeye Iponda, Yeye Kare, Yeye Ipetu, etc.
Em sua obra "Notas Sobre o Culto aos Orixás e Voduns", Pierre Fatumbi Verger escreve que os tesouros de Oxum são guardados no palácio do rei Ataojá. O templo situa-se em frente e contém uma série de estátuas esculpidas em madeira, representando diversos Orixás: "Osun Osogbo, que tem as orelhas grandes para melhor ouvir os pedidos, e grandes olhos, para tudo ver. Ela carrega uma espada para defender seu povo."
NO BRASIL
Osun é um Orisá feminino da naçãoIjexá, adotada e cultuada em todas as religioes afro-brasileiras. É o orisá das águas doces dos rios e cachoeiras, da riqueza, do amor, da prosperidade e dabeleza. Em Osun, os fiéis buscam auxílio para a solução de problemas no amor, uma vez que ela é a responsável pelas uniões, e também na vida financeira, a que se deve sua denominação de "Senhora do Ouro", que outrora era do Cobre, por ser o metal mais valioso da época.
Na natureza, o culto a Oxum costuma ser realizado nos rios e nas cachoeiras e, mais raramente, próximo às fontes de águas minerais. Osun é símbolo da sensibilidade e muitas vezes derrama lágrimas ao incorporar em alguém, característica que se transfere a seus filhos, identificados por chorões.
Arquétipo
Seus filhos e filhas são doces, sentimentais, agem mais com o coração do que com a razão e são muito chorões. Também são extremamente vaidosos e conquistadores, adoram o luxo, a vida social, além de sempre estarem namorando.
Qualidades de Osun
- Kare - veste azul e dourado, cor do ouro. Usa um abebé e um ofá dourados.
- Iyepòndàá ou Ipondá - é a mãe de Logunedé, orixá menino que compartilha dos seus àsés. Ambos dançam ao som do ritimo ijexá, toque que recebe o nome de sua região de origem. Usa um abebé (espelo de metal) nas mãos, uma alfange (adaga), por ser guerreira, e um ofá (arco e flecha) dourado, por sua ligação com Òsoosi. É uma das mais jovens.
- Yeyeòkè
- Iya Ominíbú
- Iya Omérìn
- Ajagura
- Ijímú
- Ipetú - YEYE IPETU é uma Osun de culto muito antigo, no interior da floresta, na nascente dos rios, ligada a Ossaiyn e principalmente a Oyá dada a sua ligação com Egun.
- Èwuji
- Abòtò
- Ibola
- Gama (Vodun feminino da mesma energia de Sakpatá, incorporado ao culto Yorubá através de sua concernente Osun)
- Oparà ou Apará - qualidade de Osun, em que usa um abebé e umalfange (adaga) ou espada. Caminha com Oya Onira, com quem muitas vezes é confundida. Diferente das outras Osuns por ter enredo com muitos Orisá, vem acompanhada de Oyá e Ogun.
Sete folhas mais usadas para Osun
- Efirin
- Eré tuntún
- Macassá
- Teté
- Ejá omodé
- Wuê mimolé
- Ewê boyi funfun
Eu Hùngbónò Tolú Gbefá Editor e Chefé do Informativo Afro Togun, Presidente da Associaçao AFTOBÉ. E Filho do Vodun Togun iniciado na naçao Djedje Savalú. Terminho este trabalho em homenagem a orisa Osun que em meu asé é muito respeitada e amada.
domingo, 6 de maio de 2012
sábado, 24 de março de 2012
Os Savalus
Os Savalus
ou Savalunos, como também são chamados, chegaram ao Brasil escravizados em
meados do século XVII, juntamente com outras etnias, entre outros os falantes
das línguas akan, língua ewe, língua fon, língua mina, língua fanti e língua
ashanti.
O Jeje Savalu é o culto dos Vodun provenientes da região do antigo Reino do Dahomé chamada, Savalou ou Savalu. Esse Reino é hoje parte da República do Benin, e essa região é uma cidade que mantém esse nome, localizada a uns 70 quilômetros da cidade de Dassa-Zoumé onde existe o Templo Dassa-Zoumé dedicado a Nanã Buruku. O termo Saluvá ou Savalu, vem de Savé ou Savi que era o local onde se cultuava Nanã.
Nanã, é denominação de uma localidae situada na rota para a cidade de Savéa parte norte do Benin,
Nanã, uma das origens das quais seria Bariba, uma antiga dinastia originária de um filho de Oduduá, que é o fundador de Savé, é uma parada na rota para o norte é a cidade de Savé. É um lugar muito especial e de grande tradição religiosa desprendida das misteriosas formações rochosas, algumas de caráter sagrado e a alma do povo Fon a perceber-se por toda parte, principalmente pelo culto ao Vodun Sakpata.
Alguns estudiosos associam a Cultura Ewe-Fon a uma subdivisão na hierarquia do Panteão Ioruba, no que tange principalmente a identidade cultural. Nesse sentido alguns pontos polêmicos merecem destaque, como por exemplo, a presença de Nanã, seguramente uma divindade de origem Fon, na Cultura Ioruba.
Antes da libertação dos escravos em 1888, os escravos fugidos das fazendas reuniam-se em lugares afastados nas florestas em agrupamentos ou comunidades chamadas quilombos, depois da libertação, os africanos libertos reuniam-se em comunidades nas cidades que passaram a chamar de candomblé. Sakpata era rei da cidade Savalu na África, segundo alguns historiadores, Sakpata foi o único rei que preferiu o exílio a se render aos conquistadores do Daomé. Os Savalus falam um dialeto que mistura a língua dos Ewe e dos Fon.
O Jeje Savalu é o culto dos Vodun provenientes da região do antigo Reino do Dahomé chamada, Savalou ou Savalu. Esse Reino é hoje parte da República do Benin, e essa região é uma cidade que mantém esse nome, localizada a uns 70 quilômetros da cidade de Dassa-Zoumé onde existe o Templo Dassa-Zoumé dedicado a Nanã Buruku. O termo Saluvá ou Savalu, vem de Savé ou Savi que era o local onde se cultuava Nanã.
Nanã, é denominação de uma localidae situada na rota para a cidade de Savéa parte norte do Benin,
Nanã, uma das origens das quais seria Bariba, uma antiga dinastia originária de um filho de Oduduá, que é o fundador de Savé, é uma parada na rota para o norte é a cidade de Savé. É um lugar muito especial e de grande tradição religiosa desprendida das misteriosas formações rochosas, algumas de caráter sagrado e a alma do povo Fon a perceber-se por toda parte, principalmente pelo culto ao Vodun Sakpata.
Alguns estudiosos associam a Cultura Ewe-Fon a uma subdivisão na hierarquia do Panteão Ioruba, no que tange principalmente a identidade cultural. Nesse sentido alguns pontos polêmicos merecem destaque, como por exemplo, a presença de Nanã, seguramente uma divindade de origem Fon, na Cultura Ioruba.
Antes da libertação dos escravos em 1888, os escravos fugidos das fazendas reuniam-se em lugares afastados nas florestas em agrupamentos ou comunidades chamadas quilombos, depois da libertação, os africanos libertos reuniam-se em comunidades nas cidades que passaram a chamar de candomblé. Sakpata era rei da cidade Savalu na África, segundo alguns historiadores, Sakpata foi o único rei que preferiu o exílio a se render aos conquistadores do Daomé. Os Savalus falam um dialeto que mistura a língua dos Ewe e dos Fon.
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